TREINAMENTO DADO NO DF EM 2013 TAMBÉM CHEGA À POLÍCIA MILITAR DE SÃO PAULO

A evolução e a inovação policial nas situações de alto risco e conflito são um grande diferencial para o atendimento da população e do público interno das instituições.

Desde 2001, em diversos cursos que ministrei, falo e ensino sobre o Prehospital Trauma Life Support (PHTLS) e  Tactical Combat Casualty Care (TCCC).  No ano de 2013, já como Comandante de Unidade Tática – ROTAM, introduzi tal modalidade no COR – CURSO OPERACIONAL DE ROTAM (VEJA O VÍDEO CLICANDO AQUI ou na imagem abaixo).

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Mas isso é o que menos importa. Permitir que policiais sejam cada vez melhor capacitados é o que nos diferencia e valoriza nossa atividade!

Para o caso do Batalhão de ROTAM – PMDF, ficam os agradecimentos especiais aos Educadores Policiais Marcelo Herculano e Rene Araújo, os quais permitiram que esse conhecimento qualificado chegasse aos membros dos cursos de ROTAM a partir de 2013.

Parabéns à PMESP mais uma vez.

Veja a notícia do Blog da Coirmã, a seguir! 

PM RECEBE TREINAMENTO PARA AGIR EM SITUAÇÕES DE CONFLITO

Curso é compatível com o realizado pelas forças armadas dos Estados Unidos e capacita os alunos para atenderem feridos

A Polícia Militar, por meio da Diretoria de Saúde e em parceria com o Hospital das Clinicas, deu início ao primeiro treinamento para atendimento pré-hospitalar ao trauma na manhã desta sexta-feira (27), no Hospital da Polícia Militar. É a primeira vez, no Brasil, que as aulas são ministradas para policiais. O objetivo é capacitá-los para assistência à saúde em situações de conflito.

O curso intitulado Tactical Combat Casualty Care (TCCC) foi aprovado pelo Colégio Norte Americano de Cirurgiões e faz parte do programa Pré Hospital Trauma Life Support (PHTLS), dos Estados Unidos, que prepara militares das forças armadas para a guerra.

Em sua primeira edição no país, 47 policiais de São Paulo serão beneficiados com a formação e estarão aptos a auxiliar seus companheiros em ocasiões de alto risco, ou até mesmo em caso de combate bélico, catástrofes naturais e atentados terroristas.

“A ideia é formar instrutores locais para que, a partir disso, a Polícia Militar de São Paulo seja um núcleo de referência no Brasil, podendo ser formados instrutores no Exército, Marinha, Aeronáutica, Polícia Civil e Federal, ou qualquer outra força tática”, disse o diretor de saúde e do curso, coronel médico do Estado da Paraíba Fábio Almeida.

O curso, que teve início hoje, vai até dia 02 de dezembro com a formação de uma turma de 23 alunos e outra de 24. A primeira é integrada, em sua maioria, por médicos e enfermeiros da PM, além de civis como integrantes do Grupo de Resgate e Atendimento de Urgência (GRAU) e bombeiros do Rio de Janeiro.

A segunda turma, entretanto, é composta somente por militares combatentes do Comando e Operações Especiais (COE), e da Academia do Barro Branco, além de integrantes do Corpo de Bombeiros paulista.

Durante as aulas, os alunos aprenderão a pensar e agir em momentos de ‘fogo cruzado’, utilizando seus instrumentos táticos com técnicas de resgate e salvamento.

Importância

De acordo com Newton Djin Mori, médico e chefe do Comitê PHTLS, o treinamento é importante para diminuir a taxa de mortalidade. “Estar preparado para urgências, onde se há situações de risco com feridos, é essencial para evitar mortes”.

Segundo Mori, o curso surgiu no Brasil em 2011 para treinar equipes médicas, no entanto, percebeu-se a necessidade de capacitar também militares. “Quando você vai para uma área de conflito não vai encontrar a mesma situação de um hospital e não terá ninguém para ajudar. Se o próprio soldado souber fazer pequenos procedimentos, além de salvar sua vida vai continuar salvando outras”, completou.

O TCCC é ministrado por experientes instrutores que são supervisionados pelo Comitê do PHTLS. Nesta edição, além do coronel Fábio, o curso também é ministrado por Júnia Sueoka, médica do GRAU, pelo equatoriano Luis Yépez, coordenador do curso, e por Miguel Angel, do México.

 

FONTE: Blog da Polícia Militar do Estado de São Paulo

LINK: http://policiamilitardesaopaulo.blogspot.com.br/2015/11/pm-recebe-treinamento-para-agir-em.html

 

LUTADOR ANDERSON SILVA MINISTRA AULA AOS ALUNOS DO XIV COESP DA PMDF

Escrito por Fabiano Lopes – http://www.pmdf.df.gov.br

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Os alunos do XIV Curso de Operações Especiais (Coesp) do Batalhão de Operações Especiais (BOPE) receberam a visita do lutador de MMA , Anderson Silva, na tarde desta sexta-feira (27).
Além de conhecer a unidade e a rotina dos policiais do BOPE, ele ministrou instruções de defesa pessoal aos alunos do XIV Coesp.
O Coesp tem por objetivo formar policiais militares para integrarem o Batalhão de Operações Especiais da PMDF. A unidade atua em ocorrências de maior complexidade que exigem o emprego de táticas, técnicas e equipamentos especiais.

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FOTO: Anderson Silva ao lado do cabo Paulo Thiago que também é lutador de MMA

LINK: http://www.pmdf.df.gov.br/site/index.php/noticias/destaques/8433-lutador-anderson-silva-ministra-aula-aos-alunos-do-xiv-coesp-da-pmdf

ACADEMIA MILITAR NOS EUA PROÍBE GUERRA DE TRAVESSEIRO APÓS LESÕES

Em agosto, 30 se feriram; houve perna quebrada e traumatismo craniano.
Novatos usaram capacetes para bater em vez de proteger.

A guerra de travesseiros com a qual a cada ano se despedem do verão os alunos da prestigiada academia militar de West Point, nos Estados Unidos, e que deixou 30 feridos neste ano, foi proibida, informou nesta quarta-feira (25) o jornal “The New York Post”.
A “brincadeira” do último dia 20 de agosto, na qual participam os novatos da academia, terminou com pelo menos uma perna quebrada, vários ombros deslocados e dezenas de traumatismos cranianos.
A guerra de travesseiros é realizada na academia há mais de um século, organizada pelos alunos de primeiro ano como uma forma de festejar o fim de seu treinamento de verão.
Habitualmente se exige que os participantes usem capacetes para proteger sua cabeça, mas neste verão aparentemente alguns alunos os utilizaram como arma, colocando-os dentro dos travesseiros junto com outros objetos contundentes.
A West Point, na qual se formam muitos dos altos comandantes do exército americano, divulgou um relatório sobre o incidente que concluiu que os militares veteranos não velaram pelo desenvolvimento seguro da tradicional guerra de travesseiros.
FONTE: G1  e Youtube ( link de vídeo) – http://g1.globo.com/mundo/noticia/2015/11/academia-militar-nos-eua-proibe-guerra-de-travesseiros-apos-lesoes.html

Tribunais liberam tatuagens para policiais, bombeiros e Forças Armadas

Foto: Henry Milleo/Gazeta do Povo.
Foto: Henry Milleo/Gazeta do Povo.

A discussão sobre a proibição de candidatos com tatuagens passarem em concursos, que voltou a ganhar força nesta semana, depois que o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que irá julgar o tema com repercussão geral, parece ter tido mais decisões a favor dos tatuados do que contra.

Fazendo uma busca na internet, descobrem-se, por exemplo, que vários tribunais deram decisões afirmando que não há nenhum problema em pessoas com tatuagem, ainda que visível, assumirem postos em qualquer setor do funcionalismo público.

As áreas que mais costumam fazer esse tipo de exigência em seus editais são as de segurança pública, incluindo Polícia Militar, Bombeiros e Forças Armadas. O caso que chegou ao STF, por exemplo, é de um candidato à Polícia Militar de São Paulo.

A 3ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região confirmou, por exemplo, sentença que mandava o Comando do 5º Distrito Naval de Rio Grande (RS) aceitar uma candidata reprovada em exame de saúde por ter uma tatuagem no pé.

O desembargador federal Fernando Quadros da Silva disse que “a simples existência de tatuagem, por si só, mesmo de acordo com as regras do edital, não conduz à eliminação do candidato, ainda mais quando não se denota qualquer incompatibilidade com o exercício das lides militares, como é o caso dos autos”.

A candidata concorria a uma vaga de técnica em nutrição, mas no exame de saúde foi classificada como tento CID 10-L81 – Transtorno de pigmentação. A União apelou argumentando que a tatuagem é visível com o uniforme da Marinha, “o que a tornaria inapta”. Mas o TRF decidiu que “a tatuagem é de pequenas dimensões e não tem conteúdo ofensivo”.

Em Goiás, um desembargador do Tribunal de justiça “questionável tal exigência [de ausência de tatuagens] no edital, que pelo visto estaria indo além da legislação regulamentadora da matéria”. Edeterminou que os candidatos só fossem reprovados se não estivesse aptos fisicamente.

Em Santa Catarina, o desembargador Sérgio Izidoro Heil disse que a eliminação de candidato por possuir tatuagem “fere os princípios constitucionais do amplo acesso aos cargos públicos, da isonomia, da razoabilidade, da proporcionalidade e da liberdade de expressão”.

O julgamento do STF deve unificar a interpretação para todo o país.

Fonte: http://www.gazetadopovo.com.br/blogs/caixa-zero/tribunais-liberam-tatuagens-para-policiais-bombeiros-e-forcas-armadas/

O Futuro em 2111 – Segurança e Crimes do Futuro

james cantonDiscovery Channel – O Futuro em 2111 – Segurança e Crimes do Futuro 

Há coisas que passam desapercebidas em nossas vidas. Mas não deveriam.

Em uma novidade interessante do Discovery Channel, o cientista social James Canton, ex-Apple e consultor para 03 administrações da Casa Branca, para o MIT – Massachussetts Institute of Technology, Intel e HP (Hewlett-Packard) , resolve comentar positivamente sobre um projeto Brasileiro do qual tive o orgulho de ser consultor técnico e acadêmico.

“A evolução das armas não-letais, eu acho que isso é inevitável. Toda a tecnologia que alcançamos, com materiais novos, nanociência e a neurociência, não deve ser invasiva, mas servir de controle.”, menciona Canton.

Interessante e gratificante poder ter colaborado com a defesa do policial e do cidadão.

E foi simples, bastou emprestar a experiência em Ciências Policiais e o que envolve as dinâmicas desse novo campo do conhecimento, que evolui a passos largos na PMDF.

Com os aspectos científicos citados nesse vídeo pelo CEO da Poly Defensor, Agnaldo Coutinho, fica muito claro que há espaço para inovações que melhorem a Segurança Pública. O PhD James Canton que o diga, rs!

E o ponto alto e mais importante : ver a bandeira do Brasil tremular para todo o mundo em um programa especial, desse nível. Detalhe: VINCULADA A UMA BOA NOTÍCIA.

Não é Mastercard, mas tenham certeza: isso não tem preço!

Se não quiserem ver tudo, avancem para o 03:28 e divirtam-se.

O5 DADOS IMPORTANTES PARA GESTORES DE SEGURANÇA QUANDO SURGE O ASSUNTO DE QUE “VIOLÊNCIA É CULPA SÓ DA POLÍCIA”

UMA AJUDAZINHA PARA AS REUNIÕES DE COMUNIDADE QUANDO ALGUÉM FALAR QUE “VIOLÊNCIA URBANA E INSEGURANÇA PÚBLICA TEM CORRELAÇÃO EXCLUSIVA COM AUSÊNCIA DE POLÍCIA NAS RUAS”

Problemas econômicos como a recessão e o desemprego podem estimular o uso da violência em, PELO MENOS, 10 itens distintos.

Os mais importantes para que Gestores de Segurança eduquem a alguns desavisados são:

1. Homicídios e pobreza

Segundo dados da Organização Mundial de Saúde, 90% das mortes por causas violentas ocorrem em países de baixa ou média renda, onde a desigualdade econômica é maior;

2. Minimizando o impacto

A violência e seus impactos podem ser minimizados. As estratégias mais eficientes, segundo a OMS, consistem no ataque às causas mais comuns: baixa escolaridade, instabilidade familiar, pobreza concentrada, desemprego, dentre outras;

3. O papel da escola

Programas de prevenção à violência nas escolas beneficiam a todos os indivíduos. Estas iniciativas se revelam eficientes se colocadas em prática para atingir crianças em idade pré-escolar (de três a cinco anos). Para os mais velhos (seis a 18 anos), o recomendado é que sejam feitas atividades de aperfeiçoamento das habilidades sociais;

4. O papel da família

Promover ações que estimulem a convivência familiar ajuda a prevenir a violência. De acordo com o estudo da OMS, uma das ações mais eficientes para incentivar esta interação são os programas de atividades da família na escola;

5. O papel da comunidade

Ações comunitárias também são eficientes para a prevenção da violência. A criação ou melhoria de espaços como creches e centros de convivência permitem a criação de programas contínuos para debater questões cruciais sobre violência com a comunidade.

Compilação e adaptação: Coronel PMDF Leonardo Sant’Anna

Veja informação completa clicando AQUI

FONTE: Reportagem do Jornalista Eduardo Tavares – Revista exame.com